Edições anteriores
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Palavras ABEHrtas - Número Zero
Esse é o número zero da Revista Palavras ABEHrtas. Aqui, você conhecerá melhor cada uma das colunas, para seguir no debate conosco, enviando seu texto e construindo nosso diálogo.
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Nº. 1, jul. 2021
Esse é o primeiro número da revista Palavras Abehrtas!
Convidamos a ler, divulgar e debater conosco.
A revista aceita submissões em fluxo contínuo. Em agosto, publicaremos o segundo número. Participe!
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Número 3
n. 3O Número 3 da revista Palavras Abehrtas convida a reflexões sobre as multiplicidades dos tempos e dos sentidos na sala de aula de história, com os textos de Nilton Mullet Pereira (coluna Chão da História) e de Federico Alvez e Bruno Picoli (coluna Provocações).
Matheus Cruz (coluna Vice-Versa) discute um instigante projeto em torno de nomes de ruas, enquanto Rafael Levandovski (coluna Desafios e dilemas da profissão docente) apresenta o perfil de docentes de história perseguidos durante a ditadura civil-militar no Rio Grande do Sul.
Por fim, Cristiano Nicolini e Kenia Medeiros ampliam o Rizoma de Ações divulgando a I Jornada do GT Ensino de História e Educação da Anpuh-GO.
A Palavras Abehrtas agradece aos autores e convida a seguirem em diálogo conosco: estamos recebendo manuscritos para o número 4, de outubro de 2021.
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Número 4
n. 4O número 4 da Revista Palavras Abehrtas está convidando ao debate e à participação.
Neste mês, contamos com dois textos na coluna Provocações. Carmem Gil subverte as tradicionais perspectivas sobre Educação Patrimonial e propõe que o seu lugar no ensino de história é o de "reconhecer, valorizar e reparar". Já Danielle Farias prossegue o debate iniciado no nosso primeiro número, trazendo novos argumentos sobre as relações entre os campos do ensino de história, da história e da educação.
Na coluna Chão da História, três docentes compartilham experiências de criação curricular na Educação Básica e no Ensino Superior. Ao entender o currículo como narrativa e as práticas de sala de aula como oportunidades de refração, os autores Diogo Vianna, André da Cunha e Felipe Silva instigam-nos ao exercício da esperança.
Na coluna Rizoma de Ações apresentamos dois textos bem diversos. O primeiro é o lançamento do livro "Do lado esquerdo do peito, Paulo Freire: Presente!". Os organizadores da obra - Marco Mello, Caroline Pacievitch e Marcus Vianna apresentam o livro e convidam para a leitura.
O segundo texto foi produzido por uma das curadoras da própria coluna, Adriana Ralejo, listando os eventos que acontecerão em novembro e lembrando que a ABEH conta com uma agenda de atividades, disponível aqui no site da revista e também na página da Associação.
Desejamos boas leituras e que se sintam provocados-as-es a seguir em debate conosco!
Editoria Palavras Abehrtas
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Número 5
n. 5Com alegria, publicamos a quinta edição da Revista Palavras ABEHrtas, referente ao mês de fevereiro de 2022.
Nessa edição, contamos com três artigos.
Na coluna Desafios e dilemas da profissão docente, conferimos o trabalho "Desenterrando gigantes: a responsabilidade ética dos historiadores", de Lucas Rodrigues, que construiu uma instigante reflexão sobre memória, esquecimento e história.
Já na coluna Provocações, Margarida Dias de Oliveira e Itamar Freitas oferecem um texto crítico, realista e propositivo em torno da BNC - Formação, com o excelente título "Base Nacional de Formação de Professores: diminuir retrocessos e construir futuros possíveis".
Por fim, Robson Fernandes, na coluna Vice-Versa, explora "O nó na garganta: o falacioso discurso da 'ideologia de gênero' ainda continua provocando pânico moral no ensino", relatando experiências notáveis desenvolvidas com estudantes de Ensino Médio.
Convidamos a ler e a seguir o debate, encaminhando seus próprios trabalhos que comentem estas e outras publicações da nossa revista!
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Número 6
n. 6O número 6 da revista Palavras ABEHrtas está provocador!
A coluna Provocações recebeu três textos de assuntos candentes e diversos.
Regina Rodeghero apresenta um alerta para a pesquisa em ensino de História: apesar da postura antirracista predominante no campo, a branquitude ainda não é colocada em questão. Por que isso acontece?
Por sua vez, Débora da Silva discute as sensibilidades no ensino de História, principalmente nas relações entre passado e presente. O artigo apresenta um panorama historiográfico e diversos exemplos que auxiliam a pensar sobre as questões socialmente vivas.
O terceiro texto da Provocações, escrito por Margarida Dias de Oliveira e Itamar Freitas toca num tema espinhoso: as ideologias e os/as professores/as de História. Há lugar para pensamentos de direita no campo de pesquisa e nas salas de aula?
Por último, a coluna Desafios e Dilemas da Profissão Docente recebeu a contribuição de Ana Bernardes, que compartilhou e analisou experiências sobre o ensino remoto e o mito da produtividade docente. Será que nós, realmente, trabalhamos menos durante os anos da pandemia?
Essa edição traz muitas questões para pensar... Segue aberto o convite para publicações que queiram dialogar com esse e com outros números da Palavras ABEHrtas!
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Dossiê 20 anos da lei 10.639/03
n. especialEsse dossiê, publicado em número especial, contempla trabalhos sobre os 20 anos da lei 10.639/03, do ponto de vista do Ensino de História.
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Número 7
n. 7Nesta edição, contamos com cinco artigos que abordam temáticas bem variadas.
Iniciamos com a coluna Chão da História, onde Priscila Trucullo propõe formas de resistência aos avanços neoliberais nas políticas públicas educacionais que permeiam os sentidos curriculares no Ensino de História.
O artigo da coluna Provocações, escrito por Robson Fernandes, também aborda as disputas com projetos neoconservadores, debatendo as características autoritárias de uma proposta de escola cívico-militar.
Ainda com um olhar no passado, mas ressignificado, lemos a discussão proposta por André Soares e Margarida de Oliveira em torno de uma escola ainda multisseriada - e estruturada - em Japi (RN). Esse artigo compartilha a coluna Desafios e Dilemas da Profissão Docente com o relato de Isadora Malveira de uma saída a campo pela cidade de Goiânia, em que os monumentos à barbárie e à rebeldia se misturam e permitem a criação de cenários históricos que provocam o pensamento crítico.
A edição se encerra com outro convite para mergulhar na cidade por meio de seus monumentos, com a proposta didática de imersão pela Pequena África, apresentado por Clara de Andrade, Cassiane Gomes, Felipe Candido e Julia da Silva na coluna Vice-Versa.
Ao final, publicamos uma errata referente a um artigo publicado no dossiê sobre os 20 anos da lei 10.639/03.
Essa também é a última edição coordenada pelo atual comitê editorial. A partir de 2024, um novo grupo terá a felicidade de prosseguir com esse instigante projeto de divulgação científica em Ensino de História. Despedimo-nos com gratidão, desejando aos novos colegas um bom trabalho!
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60 Anos do Golpe Militar no Brasil e o Ensino de História
n. 8 (2024)O número 8 da Palavras ABEHrtas é destinado a refletir sobre os 60 anos do Golpe Militar e suas repercussões no campo do Ensino de História no Brasil. O dossiê apresenta um conjunto de textos produzidos em diferentes contextos e por múltiplos sujeitos que enfrentam, no tempo presente, o desafio de ensinar História em contextos de permanências do período autoritário, mas também de resistências que alimentam a luta pela democracia e pelo fortalecimento do pensamento histórico crítico, situado e sensível.
Na Coluna Chão da História, Juliana Pirola da Conceição relata, no texto O peso do passado: 60 anos do Golpe, um trabalho desenvolvido no curso de História Licenciatura da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), cuja proposta consiste em oficinas sobre temas que estimulam a reflexão sobre o passado a partir de provocações do tempo presente, dentre elas as efemérides e as chamadas “datas redondas”, como os 60 anos do golpe. Em seguida, João Victor de Oliveira Calegari problematiza os negaciosnimos na sala de aula, partindo do caso da produção de conteúdos midiáticos e a influência sobre o pensamento histórico de estudantes no artigo Internet e sala de aula: um breve relato sobre negacionismo histórico e o consumo dos alunos em rede.
Moniquele Silva de Araújo apresenta, na Coluna Vice-Versa, um instigante trabalho desenvolvido na interface entre literatura e história no texto Poesia como recurso didático para o ensino de história da ditadura empresarial-militar brasileira. No artigo O Ensino de história e ditadura militar: a narrativa oral de uma irmã dentro da sala de aula, Cleyton Antonio da Costa e Carolina Ramos de Souza propõem uma sequência didática através do uso de narrativas orais como fonte para um ensino de história que promova a humanização e a conscientização ao se tratar do tema da ditadura em sala de aula.
Finalizando o dossiê, na Coluna Rizoma de ações são divulgados dois eventos que ocorreram como desdobramentos das reflexões sobre os 60 anos do Golpe de 1964. Vanessa Spinosa apresenta o Evento "60 anos do golpe de 64: como as tecnologias digitais podem ser utilizadas no ensino de história sobre temas sensíveis?", organizado pelo Laboratório de Humanidades Digitais e Ensino de História, da UFRN. Maria Aparecida da Silva Cabral compartilha a experiência d’O Seminário Internacional 60 anos do Golpe de 1964 a ditadura e o ensino de história, promovido pelo Grupo de Pesquisa Tempo - PPGHS, Faculdade de Formação de Professores – FFP e Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ.
Agradecemos aos autores e às autoras pelo envio dos textos e à equipe de curadoria das colunas pela leitura atenta e pelas sugestões encaminhadas.
Boa leitura!