Sobre a Revista
A revista Palavras ABEHrtas começou a ser publicada em meados de 2021. Seu objetivo é configurar-se como território amplo e aberto para divulgação, informação e debates no que se refere e afeta o ensino de História, conforme os atuais valores e missões da ABEH de estabelecer interlocuções cada vez mais abrangentes e de valorizar o trabalho de professores e professoras de História em todos os níveis e âmbitos de ensino, gestão, pesquisa e divulgação. A intenção é reunir depoimentos e relatos de experiências, produções de estudantes da Educação Básica e do Ensino Superior, debates conceituais no campo do Ensino de História, bem como discutir temáticas de demandas contemporâneas e divulgar projetos e iniciativas pelo Brasil e pelo mundo.
A revista está composta por seis colunas, cada uma contando com uma dupla de curadores/as e coordenada por uma editoria renovada a cada dois anos. Os textos são publicados semestralmente, a partir de convites da curadoria e também por livre demanda. Os textos deverão estar de acordo com o escopo de cada coluna e adequados às normas de formatação, além de respeitar os princípios éticos da Revista.
Por ser uma iniciativa de divulgação científica, serão aceitos diversos formatos de expressão, como: textos escritos, vídeos, podcasts, canções, cards, memes, entre outros, sempre acompanhados de uma apresentação que contextualize o conteúdo. Textos bilíngues também serão aceitos, privilegiando a publicação de versões em inglês e em espanhol.
Os materiais enviados serão submetidos a uma comissão editorial e a um conselho de consultores que avaliarão criticamente as propostas.
Pretendemos constituir um espaço de divulgação científica em formato ágil, que atue como um portal de ações comentadas da área, de troca de experiências de sala de aula, de debate político geral e das políticas públicas para a área em particular. Buscamos criar oportunidade de encontros entre todas-os-es que pensam, refletem, pesquisam e mobilizam práticas sensíveis nos mais diversos espaços que envolvem o ensino de História: escolas, espaços culturais e de memória, redes sociais, arquivos, universidades, movimentos sociais, entre outros.
Serão aceitos materiais de docentes e discentes da educação básica assim como do ensino superior e das pós-graduações.
Os textos enviados são analisados pelos/as curadores/as de cada coluna. Se houver discrepância na apreciação, a editoria geral solicitará a análise de um/a terceiro/a parecerista, mantendo o anonimato do/a autor/a e avaliador/a.
Editoria Geral: Aléxia Pádua Franco (UFU) e Lucilia Dieguez (SME-RJ)
Colunas da Revista
Chão da História
Curadoria: Airton Fernandes de Matos Filho (SEC - BA) e Juliana de Andrade (UFRPE)
Esta coluna tem a intenção de contribuir com análises que articulem concepções de educação, experiências curriculares e o ensino de História.
Desafios e dilemas da profissão docente
Curadoria: Juliana Kummer Perinazzo Ferreira (SEE - GO), Luciana Xavier (SEDUC - PE) e Osvaldo Cerezer (Unemat)
Essa coluna objetiva apresentar pesquisas, reflexões e experiências realizadas no âmbito escolar e não escolar, que sejam resultado de atividades desenvolvidas por docentes e estudantes e que possibilitem o processo de formação docente, inicial e/ou continuado. As atividades desenvolvidas em Estágio Supervisionado, em espaços escolares e não escolares, oficinas, minicursos e atividades de jogos podem ser sistematizadas e apresentadas como potencial de reflexões sobre saberes e práticas docentes no ensino de História. A coluna está aberta para as diferentes perspectivas teórico-metodológicas que dialoguem com processos formativos e que fundamentem o ensino de História nos múltiplos espaços e nas mais variadas modalidades.
Provocações
Curadoria: João Victor Oliveira (SEE - MG) e Danilo Alves da Silva (SEE-PB)
Essa coluna propõe debates teórico-metodológicos que tenham como pauta a transversalidade entre teorias, reflexões e práticas no ensino de História. Cada publicação será composta de, pelo menos, dois textos escritos por pessoas com pontos de vista distintos sobre o assunto em foco, ou por um texto que debata com um outro publicado em número anterior da revista.
Vice-versa
Curadoria: Anita Natividade Carneiro (SME Gravataí - RS) e Cleyton Costa (EB Rede Privada - SP)
Essa coluna pretende ser um espaço de divulgação de pesquisas desenvolvidas no âmbito dos Programas Profissionais ou Acadêmicos de Pós-Graduação que refletem sobre o ensino de História. Há espaço também para textos que se proponham a refletir sobre as singularidades destes programas e suas reverberações nos quefazeres da sala de aula de História e no debate sobre a elaboração dos saberes históricos escolares. Além disto, convida docentes pesquisadores-as da Educação Básica que orientam sua práxis pela relação indissociável entre ensino-pesquisa, e vice-versa, a divulgarem seus trabalhos nesta coluna, bem como graduandos-as-es para divulgar seus Trabalhos de Conclusão de Curso.
Trajetórias dialogadas
Curadoria: Raquel Alvarenga Sena Venera (UNIVILLE) e Sonia Wanderley (UERJ)
Essa coluna é dedicada às memórias do campo do Ensino de História. Pretende-se que as narrativas apresentadas aqui tragam registros sobre a construção do campo do Ensino de História como pesquisa e produção de conhecimentos. Ela está aberta a contribuições e registros de trajetórias diversas que podem vir em formato de entrevistas, trechos escolhidos de obras devidamente contextualizadas, fotografias ou artigos.
Rizoma de ações
Curadoria: Marcella Albaine da Costa (UFRR) e Wilian Bonete (UFPEL)
Essa coluna, publicada com periodicidade menor do que as outras, pretende divulgar eventos, palestras, entrevistas, lives, podcast, sites, perfis de redes sociais etc, de âmbito regional e/ou nacional, do campo do Ensino de História. Cada evento divulgado deve ser acompanhado de um texto que o apresente e o descreva, bem como de um card e/ou o de seu link de acesso. Rizoma de ações significa pensar em como os diversas ações podem se conectar e dar consistência ao campo, sem que percam suas especificidades, já que um rizoma, de acordo com Deleuze e Guattari, se conecta, se multiplica e se fortalece pelas alianças que produz.